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Lost Society Agora disponível no Brasil “Hell Is A State Of Mind”, novo álbum de estúdio da banda finlandesa

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Lost Society Hell Is A State Of Mind Cover 500pxQuatro anos após o aclamado “If the Sky Came Down”, os inovadores finlandeses do metal moderno LOST SOCIETY retornam com seu aguardado novo álbum, “Hell Is a State of Mind”. Para o vocalista e guitarrista Samy Elbanna, o guitarrista Arttu Lesonen, o baixista Mirko Lehtinen e o baterista Tapani Fagerström, o disco marca um passo ousado rumo ao território do Metal que eles sempre tiveram a intenção de conquistar: sem amarras, inconfundível e inegavelmente próprio. Desde as primeiras notas, uma coisa fica clara: este é um metal moderno sem iguais e sem desculpas. Ele se recusa a ser comparado.

“Nossos antecessores finlandeses — HIM, Nightwish, Children of Bodom —impulsionaram o heavy metal fazendo o que outros não queriam ou não podiam fazer. Nós compartilhamos esse espírito”, afirma Samy.

Enquanto “If the Sky Came Down”, e o álbum anterior, “No Absolution”, refletiam um período de exploração após deixarem para trás sua identidade inicial de thrash metal, “Hell Is a State of Mind” é o momento em que o LOST SOCIETY deixa de procurar e começa a se tornar.

“O que nós podemos fazer é algo que ninguém mais consegue. Nós somos nós, todos os outros são todos os outros.”

Reunindose mais uma vez com seu colaborador de confiança, produtor, coautor e engenheiro de mixagem Joonas Parkkonen, as primeiras sessões do novo álbum avançaram de forma constante… até que ‘Blood Diamond’ mudou tudo. E foi o primeiro single oficial do álbum, ‘Dead People Scare Me (But the Living Make Me Sick)’, que serviu como um “primeiro gostinho” desta mudança.

O que começou como uma simples melodia que Samy esboçou sobre uma batida aleatória de hiphop evoluiu para algo completamente diferente — “Blood Diamond” explodiu em uma grandeza cinematográfica no momento em que cordas dramáticas foram introduzidas no demo inicial.

“Percebemos que as cordas — e toda a abordagem orquestral — soavam completamente novas, pelo menos quando feitas ao estilo Lost Society. Aconteceu por acaso, e nós simplesmente seguimos em frente com isso”, lembra Samy.

“A partir daquele momento, o DNA do novo álbum se cristalizou: uma orquestração dramática e teatral colidindo com o espírito de nossos heróis do Metal — Alice Cooper, W.A.S.P., Judas Priest e Iron Maiden. E muito mais…”

Muitas faixas começaram com dois violões, seguindo o teste mais antigo da composição: se não funcionar na sua forma mais simples, não sobreviverá quando a distorção for adicionada. Embora o ponto de partida fosse acústico, a música finalizada poderia acabar indo em qualquer direção.

“Um extremo do espectro emocional se revela na suave ‘Is This What You Wanted’, enquanto o outro explode em ‘Kill the Light’, uma homenagem à fúria do Metal puro. Ambas as faixas também estão sendo lançadas como singles — e por um bom motivo. Com sua vulnerabilidade e atmosfera intensa, ‘Is This What You Wanted’ talvez seja a melhor música em que já trabalhamos. E embora ‘Kill the Light’ faça referência ao metal clássico, seu arranjo e o refrão surpreendentemente leve a transformam em uma viagem selvagem completamente diferente.”

Em certo ponto do processo de composição, os músicos mergulharam ainda mais na intuição e descobriram uma nova arma estrutural no caminho: a Parte C.

“Começamos a brincar dizendo que este é o álbum da Parte C”, ri Samy. “Em vez de pontes tradicionais, as Partes C são quase como pequenas músicas dentro das músicas. ‘No Longer Human’ é um dos melhores exemplos — a Parte C por si só é uma das coisas mais gloriosas que já criamos.”

E o que dizer do trabalho das guitarras? Linhas melódicas arrebatadoras e solos escolhidos com intenção, aparecendo apenas quando realmente servem à música. Nada de exibicionismo gratuito, apenas força emocional pura.

“Um solo cheio de alma — e há muitos deles — tem mais impacto do que um minuto de shredding. Se um solo não servisse à música, ele não entrava no álbum”, enfatiza Samy.

Vocalmente, Elbanna vai mais longe do que nunca. Falsetes angelicais, gritos demoníacos, mudanças dinâmicas enormes, até cadências próximas ao rap — tudo o que a música exige. E estas letras exigem uma ampla gama emocional.

“Narrativamente, esta é uma jornada de morte, renascimento e libertação final. Ela começa exatamente onde ‘If the Sky Came Down’ terminou: com a morte. O novo álbum abre com ‘Afterlife’, e conforme avança, o protagonista é forçado a enfrentar os destroços de um amor destrutivo, do vício, da autossabotagem e assim por diante. A segunda metade do disco ascende por visões de êxtase apocalíptico, crueldade social e, finalmente, a revelação: o inferno nunca foi um lugar, era um estado mental.”

Se há uma música que captura essa nova grandiosidade e ambição selvagem, é a faixa final, a faixatítulo, escrita em parte enquanto Samy ardia em febre de 39 graus. Mudanças abruptas de cena, reviravoltas teatrais, desvios estruturais — o tipo de decisão ousada que os pioneiros do metal tomavam antes que alguém soubesse quais eram as regras.

“Essa música é simplesmente insana. Pensamos que, se conseguíssemos fazer com que todas essas partes diferentes funcionassem juntas, ela se tornaria algo completamente único. É uma tempestade de romantismo italiano, passagens inspiradas em Sibelius, metal galopante, seção de cordas grandiosas, um refrão com influências pop e até mesmo uma descida à escuridão do black metal. Claro, parece loucura no papel, mas cada reviravolta parece orgânica e natural”, sorri Samy.

Quando as músicas finalmente tomaram forma após meses incansáveis de composição e arranjos, as gravações começaram — sem deixar nada pela metade.

“Este é facilmente uma das maiores produções de metal na Finlândia desde o Nightwish. Nada menos seria suficiente, pois buscávamos um som atemporal”, declara Samy.

“Gravamos a base do álbum no lendário Finnvox Studio B durante um mês. Levamos pelo menos 25 cabeçotes de amplificador, 10 gabinetes e equipamentos clássicos de bateria, alguns deles associados a gravações icônicas do metal, como o ‘Black Album’ do Metallica. As guitarras foram gravadas ao longo de semanas, camada por camada, todas tocadas com sentimento e intenção. Sem modelagem digital. Sem edições perfeitas. A bateria é natural, com apenas um mínimo de sampling. Não é o jeito mais fácil ou barato, mas não tivemos escolha.”

Então veio a cereja do bolo: uma orquestra de 40 músicos da Babelsberg Film Orchestra, trazendo aquele fogo cinematográfico ao coração do álbum.

“Ouvir aqueles instrumentos de corda e outros instrumentos orquestrais ganharem vida foi surreal... E, sinceramente, todo o processo de gravação do álbum foi surreal — no melhor sentido possível!”

E agora essa experiência surreal, chamada “Hell Is a State of Mind”, está finalmente pronta para ser lançada ao mundo. O vocalista do LOST SOCIETY está orgulhoso — pela melhor razão possível. Após cinco álbuns e inúmeros shows ao redor do mundo, “Hell Is a State of Mind” resume o LOST SOCIETY em uma única declaração desafiadora: um álbum que não pede permissão, não segue tendências e se recusa a soar como qualquer outra coisa — ou qualquer outra pessoa — que não seja o LOST SOCIETY.

Com “Hell Is a State of Mind”, o LOST SOCIETY não está apenas brilhando dentro do metal moderno — eles estão expandindo seus limites para o desconhecido. E isso pode trazer consequências verdadeiramente lendárias.

Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4rTFVex.

TRACKLIST
1. Afterlife
2. Blood Diamond
3. Synthetic
4. Is This What You Wanted
5. L'appel du Vide
6. Kill The Light
7. No Longer Human
8. Dead People Scare Me (But The Living Make Me Sick)
9. Personal Judas
10. Hell is A State Of Mind

FORMAÇÃO
Samy Elbanna – Vocal e Guitarra
Arttu Lesonen – Guitarra
Mirko Lehtinen – Baixo
Taz Fagerström – Bateria


VERSIÓN EN ESPAÑOL

Lost Society – Ahora disponible en Sudamérica “Hell Is A State Of Mind”, nuevo álbum de estudio de la banda finlandesa

Cuatro años después del aclamado “If the Sky Came Down”, los innovadores finlandeses del metal moderno LOST SOCIETY regresan con su esperado nuevo álbum, “Hell Is a State of Mind”. Para el vocalista y guitarrista Samy Elbanna, el guitarrista Arttu Lesonen, el bajista Mirko Lehtinen y el baterista Tapani Fagerström, el disco marca un paso audaz hacia el territorio del metal que siempre tuvieron la intención de conquistar: sin ataduras, inconfundible y totalmente propio. Desde las primeras notas, una cosa queda clara: este es un metal moderno sin igual y sin disculpas. Un metal que se niega a ser comparado.

“Nuetros predecesores finlandeses —HIM, Nightwish, Children of Bodom— impulsaron el heavy metal haciendo lo que otros no querían o no podían hacer. Nosotros compartimos ese espíritu”, afirma Samy.

Mientras “If the Sky Came Down” y el álbum anterior, “No Absolution”, reflejaban un período de exploración tras dejar atrás su identidad inicial de thrash metal, “Hell Is a State of Mind” es el momento en que LOST SOCIETY deja de buscar y empieza a convertirse.

“Lo que nosotros podemos hacer es algo que nadie más puede. Nosotros somos nosotros; todos los demás son todos los demás.”

Reuniéndose una vez más con su colaborador de confianza —productor, coautor e ingeniero de mezcla Joonas Parkkonen—, las primeras sesiones del nuevo álbum avanzaron de manera constante… hasta que ‘Blood Diamond’ lo cambió todo. Y fue el primer sencillo oficial del álbum, ‘Dead People Scare Me (But the Living Make Me Sick)’, el que sirvió como un “primer vistazo” de este cambio.

Lo que comenzó como una simple melodía que Samy bosquejó sobre un beat aleatorio de hip hop evolucionó hacia algo completamente distinto: ‘Blood Diamond’ estalló en una grandeza cinematográfica en el momento en que se introdujeron cuerdas dramáticas en el demo inicial.

“Nos dimos cuenta de que las cuerdas —y todo el enfoque orquestal— sonaban completamente nuevas, al menos cuando se hacían al estilo Lost Society. Sucedió por accidente, y simplemente seguimos adelante con ello”, recuerda Samy.

“A partir de ese momento, el ADN del nuevo álbum se cristalizó: una orquestación dramática y teatral chocando con el espíritu de nuestros héroes del metal —Alice Cooper, W.A.S.P., Judas Priest e Iron Maiden. Y mucho más…”

Muchas canciones comenzaron con dos guitarras acústicas, siguiendo el test más antiguo de la composición: si no funciona en su forma más simple, no sobrevivirá cuando se agregue la distorsión. Aunque el punto de partida fuera acústico, la versión final podía tomar cualquier dirección.

“Un extremo del espectro emocional se revela en la suave ‘Is This What You Wanted’, mientras que el otro explota en ‘Kill the Light’, un homenaje a la furia del metal puro. Ambas canciones también se lanzan como sencillos —y por una buena razón. Con su vulnerabilidad y atmósfera intensa, ‘Is This What You Wanted’ quizá sea la mejor canción en la que hemos trabajado. Y aunque ‘Kill the Light’ hace referencia al metal clásico, su arreglo y su sorprendentemente leve estribillo la convierten en un viaje salvaje completamente distinto.”

En cierto punto del proceso de composición, los músicos se sumergieron aún más en la intuición y descubrieron una nueva arma estructural en el camino: la Parte C.

“Empezamos a bromear diciendo que este es el álbum de la Parte C”, ríe Samy. “En lugar de puentes tradicionales, las Partes C son casi como pequeñas canciones dentro de las canciones. ‘No Longer Human’ es uno de los mejores ejemplos: la Parte C por sí sola es una de las cosas más gloriosas que hemos creado.”

¿Y qué decir del trabajo de guitarras? Líneas melódicas arrebatadoras y solos elegidos con intención, apareciendo solo cuando realmente sirven a la música. Nada de exhibicionismo gratuito, solo fuerza emocional pura.

“Un solo lleno de alma —y hay muchos— tiene más impacto que un minuto de shredding. Si un solo no servía a la canción, no entraba en el álbum”, enfatiza Samy.

Vocalmente, Elbanna llega más lejos que nunca. Falsetes angelicales, gritos demoníacos, cambios dinámicos enormes, incluso cadencias cercanas al rap —todo lo que la música exige. Y estas letras exigen una amplia gama emocional.

“Narrativamente, este es un viaje de muerte, renacimiento y liberación final. Comienza exactamente donde terminó ‘If the Sky Came Down’: con la muerte. El nuevo álbum abre con ‘Afterlife’, y a medida que avanza, el protagonista se ve obligado a enfrentar los escombros de un amor destructivo, la adicción, el autosabotaje y más. La segunda mitad del disco asciende a través de visiones de éxtasis apocalíptico, crueldad social y, finalmente, la revelación: el infierno nunca fue un lugar, era un estado mental.”

Si hay una canción que captura esta nueva grandeza y ambición salvaje, es el último tema, la canción que da título al álbum, escrita en parte mientras Samy ardía con una fiebre de 39 grados. Cambios abruptos de escena, giros teatrales, desvíos estructurales —el tipo de decisiones audaces que los pioneros del metal tomaban antes de que alguien supiera cuáles eran las reglas.

“Esta canción es simplemente una locura. Pensamos que, si lográbamos hacer que todas estas partes diferentes funcionaran juntas, se convertiría en algo completamente único. Es una tormenta de romanticismo italiano, pasajes inspirados en Sibelius, metal galopante, una sección de cuerdas grandiosa, un estribillo con influencias pop e incluso una caída hacia la oscuridad del black metal. Claro, parece una locura sobre el papel, pero cada giro se siente orgánico y natural”, sonríe Samy.

Cuando las canciones finalmente tomaron forma tras meses incansables de composición y arreglos, comenzaron las grabaciones —sin dejar nada a medias.

“Esta es fácilmente una de las mayores producciones de metal en Finlandia desde Nightwish. Nada menos sería suficiente, porque buscábamos un sonido atemporal”, declara Samy.

“Grabamos la base del álbum en el legendario Finnvox Studio B durante un mes. Llevamos al menos 25 cabezales de amplificador, 10 gabinetes y equipo clásico de batería, algunos de ellos asociados a grabaciones icónicas del metal, como el ‘Black Album’ de Metallica. Las guitarras se grabaron durante semanas, capa por capa, todas tocadas con sentimiento e intención. Sin modelado digital. Sin ediciones perfectas. La batería es natural, con solo un mínimo de sampling. No es la forma más fácil ni la más barata, pero no teníamos opción.”

Luego llegó la guinda del pastel: una orquesta de 40 músicos de la Babelsberg Film Orchestra, aportando ese fuego cinematográfico al corazón del álbum.

“Escuchar esas cuerdas y otros instrumentos orquestales cobrar vida fue surrealista… Y, sinceramente, todo el proceso de grabación del álbum fue surrealista —¡en el mejor sentido posible!”

Y ahora esa experiencia surrealista, llamada “Hell Is a State of Mind”, está finalmente lista para ser lanzada al mundo. El vocalista de LOST SOCIETY está orgulloso —por la mejor razón posible. Tras cinco álbumes e innumerables shows alrededor del mundo, “Hell Is a State of Mind” resume a LOST SOCIETY en una sola declaración desafiante: un álbum que no pide permiso, no sigue tendencias y se niega a sonar como cualquier otra cosa —o cualquier otra persona— que no sea LOST SOCIETY.

Con “Hell Is a State of Mind”, LOST SOCIETY no solo está brillando dentro del metal moderno —están expandiendo sus límites hacia lo desconocido. Y eso puede traer consecuencias verdaderamente legendarias.

Un lanzamiento de la asociación Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquiere tu copia a través del e-mail ventas@shinigamirecords.com.br.

TRACKLIST
1. Afterlife
2. Blood Diamond
3. Synthetic
4. Is This What You Wanted
5. L'appel du Vide
6. Kill The Light
7. No Longer Human
8. Dead People Scare Me (But The Living Make Me Sick)
9. Personal Judas
10. Hell is A State Of Mind

FORMACIÓN
Samy Elbanna – Voz y Guitarra
Arttu Lesonen – Guitarra
Mirko Lehtinen – Bajo
Taz Fagerström – Batería


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